quinta-feira, 12 de maio de 2011

Dei-me tudo


Não me basta o pouco, por isso o tudo me resta...

Usufruo da intensidade, com ela vivo nas beiras da perda das estribeiras, calo minha lucidez, vôo na utopia, morro à mingua...Mas também amo o que não se toca, o inconstante e renovado...revivo a cada dia!

Quero vivência, audiência, choro, velas... tudo que exalte, que prove, que mude...Quero ver vida, quero que mostre à minha pra que veio...veio de mala? nada trazia? queres compartilhar? Se ousas cruzar meu caminho, dei-me tudo!! Leve tudo!! Só não me deixe suas migalhas, com elas nada poderei viver!!

Autora: Laís Portela

2 comentários:

Aníssima Duarte* disse...

Ráa...quanto querer! Quanta vida e movimento! Estás vivendo bem!
Não sei e nem nunca saberei viver sem minhas intensidades...Seria estar morta-viva...como carregar um morto nas costas.
Belas e reflexivas palavras, me senti demais em cada uma delas.
Um abraço^^

Laís Portela disse...

Que bom que se identificou...
brigada pelas leituras!! ^^
abração!!

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