sábado, 5 de fevereiro de 2011

Na briga pelo Poleiro


Só lhes faltam a longa crista e o grande rabo para tomarem o poleiro, mas estão quase lá. As mulheres já vêm buscando essa "elevação", contrariando o objetivo dos direitos iguais. Elas estão conseguindo elevar-se de verdade, mas apenas no mais alto dos poleiros, porque aos olhos dos "galináceos", sua reputação será enterrada no solo mais infértil de futuros relacionamentos.

Essa luta por ter os mesmos direitos foge totalmente do foco, que era conquistar o que era banido às mulheres e que lhe trariam benefícios. Porém a aposta na vulgaridade e no "oba-oba", estatisticamente, trouxe muita negatividade, principalmente pela grande mudança dos relacionamentos que agora se baseiam na falta de compromisso.

Isso acontece porque essas "revolucionárias" não se preocupam com a representação das mulheres e dando maior liberdade aos "galináceos" de descobri-la numa única vez, sem saborear a essência, sem respeitar o meio-tempo...Provoca nos homens uma menor entrega emocional, já que essas mulheres não assumem um posicionamento de seriedade e de comprometimento. Daí, como não é necessário lutar para tê-las, fica tudo mais fácil pra obtê-las da forma e no tempo que quiserem.

Visto isso, aconselho aquelas que se dedicam a descobrir os segredos dos mosteiros ou das maçonarias, a se juntarem a essas novas "revolucionárias", pois a luta é menos árdua e logo serão superiores aos homens... Pelo menos no poleiro.



AUTORA: LAÍS PORTELA (pra não deixar dúvidas... como tem acontecido! )

;)

14 comentários:

Aníssima Duarte* disse...

Permita-me a oralidade, mas "vc botou pra lá"! Essas revolucionárias nadegais, não sei não! Se perderam no caminho...Tadinhas, tão fáceis, tão superficiais, fico triste e com pena, o perfil da mulher pós- moderna chega até a ser engraçado. Mas ainda acredito que láaa no fundinho de suas almas,ainda pensem em casamento, compromisso, filhos, lar. O problema é que por conta de seus comportamentos que já não é fácil encontrar.

Adoreeeei o texto, Laís.!

Laís Portela disse...

Permitidíssima!!^^
O problema é achar essa alma no meio do tufão, que vem e vai rapidamente.
Obrigada Ana!
Eu que adoro seus comentários! :D

Anônimo disse...

Que nada! Um brinde às nádegas que vocês não têm!

Laís Portela disse...

Mas é claro!!!
Agora espero que se ploriferem alías, para pessoas como você terem com o que passar o tempo!

E deixar as mulheres que preferem mostrar o cerébro, para pessoas que tem a coragem de se mostrar e defender sua opinião!

Inclusive lhe digo... tenho maior orgulho de não ser lembrada pelas minhas nádegas! ;)

Anônimo disse...

Nádegas! Nádegas! Nádegas!
A bunda abunda nas esferas...

Laís Portela disse...

hahaha... esse anônimo eh mais q conhecido!
E por conhece-lo sei de suas limitações... a preferência eh sua, mas minha crítica continua... inda bem q cm vc disse eu n tenho essas nádegas... eh bom q n serei abordada por vc!
^^

Anônimo disse...

Eu tenho sim, e as balanço.
Sou mulher, brasileira, baiana, africana.
essa é minha identidade.
respeite.

e eu não lhe conheço,
só li seu blog e vi esse texto injusto e falho.

Laís Portela disse...

achas meu texto injusto em que ponto?
qual a falha q ele sustenta?
essa deveria ser a discussão...
Como posso respeitar o anonimato? Conheço sua escrita e principalmente a não aceitação da minha escrita!
Creio q continua sendo qm eu imaginava... uma pessoa que possui mil e uma personalidade inclusive a negra q balança as ancas!
Mas tah ok (caso não seja)... espero que exponha sua opinião e sua identidade!!

Juliana Cordeiro de O.Silva disse...

Ameei !
Uma exíimia críitica estás ficando!
Tuudo muii bem articulado e colocado!

Por isso que amo tu Laiinha!

Laís Portela disse...

Muito obrigada Juli...
sua opinião eh mt importante pra mim!!
^^
bjaum

Anônimo disse...

Meu nome é jéssica, Como já deve ter visto faço hstória na uefs e não só faço como leio também. Sei da minha cultura e o que ela represent achei seu texto injusto pois não aborda os aspetos culturais de meu povo, vindo da ÁFRICA. nAÇÃO de mulheres negras de bundas grandes, da roda das chulas e dos atabaques.

André do Carmo disse...

Reforçando algumas críticas, vale a pena ver ou postar o grande Gerônimo falando de pagode.
http://www.youtube.com/watch?v=gnrHldhfUxE

Laís Portela disse...

Olá Jéssica... vc interpretou erroneamente meu texto!
Este se refere a vulgaridade da mulher!
Não tem nada a ver com o fato de ter bunda ou de suas as origens!
Creio que você levou pra um lado pessoal...
Não tenho nada contra as bundas, nem contra os negros!!
Até pq sou de origem africana tbm!!

Aníssima Duarte* disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk' Laís, vc é paciente!
E sincera e normalmente, até mesmo como uma corretora de textos, afirmo e reafirmo que nada tem a ver a cultura africana ou mesmo a mensura de nádegas em teu texto...Mto engraçadoo e bêbada interrogação!O que, a meu ver, se questiona aqui, é a postura das mulheres (até mesmo em relação as suas nádegas), mas numa visão crítica com relação a comportamento, uso do corpo, se fiar em outras partes do corpo que nãos eja o cérebro...Francamente, não sei que disparate foi esse e onde se encaixaria a cultura africana aí? Acho que temos sim o direito de criticar, qd temos argumentos plausíveis pra isso.
No mais Laís, continuee causandoo, adoooro'
Um grande abraço!

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